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DIMINUIR GORDURAS: O ERRO QUE TROUXE CONSEQUÊNCIAS NADA SAUDÁVEIS – INTRODUÇÃO À PALEO/LCHF

Em plena era da fobia à gordura, não posso dizer pra vocês que a Paleo é a dieta mais saudável atualmente conhecida, sem um embasamento e uma série de explicações que remontam situações de quase 1 século. Neste post eu apresento artigos e resultados que me deixaram chocada e fizeram eu me sentir enganada por aquilo que comia como saudável. A consequência disso foi mudar toda minha alimentação e os benefícios que tenho sentido são tantos que preciso, imediatamente, compartilhar tudo com vocês e início hoje com este post.

COMO AS GORDURAS FORAM TIDAS COMO VILÃS?

Em 1912, Nikolai Anichkov alimentou coelhos com gema de ovo e colesterol puro. Os resultados foram placas acizentadas iguais as presentes nas coronárias das vítimas de infarto. Porém, 10% dos coelhos nessa dieta NUNCA desenvolveram placas. Logo, ele concluiu com toda certeza que o colesterol não era o único responsável pelas placas. Em cães e ratos ele realizou o mesmo teste e eles não desenvolveram placas por mais colesterol que ingerissem. Com isso, Dr. Varella, em seu recente artigo nos questiona: “Não seria sensato pensar que o coelho, animal vegetariano, desenvolvesse aterosclerose por não estar evolutivamente habituado a lidar com colesterol na dieta? E que ratos e cachorros, animais que comem de tudo, têm longa convivência com o colesterol e, portanto, mais resistência à formação de placas? Detalhe tão relevante passou despercebido para Anichkov e para a maioria dos cientistas que vieram depois dele.” (leia a matéria completa)

Suas pesquisas ficaram esquecidas por um tempo até que Dr. Ancel Keys, nos anos 50, sugeriu uma maneira de pensar sobre as doenças cardiovasculares e suas pesquisas apontavam o colesterol como grande fator do aumento das doenças. Gorduras saturadas, como responsáveis por aumento nas taxas de colesterol, foram taxadas de assassinas. Mas, durante quantos séculos, todos esses alimentos (carnes gordas, pele de frango, manteiga, banha de porco) foram consumidos sem culpa?

Em 1961, Keys chegou à capa da Time graças ao seu estudo e aconselhou os americanos a reduzirem as calorias provenientes da gordura se quisessem evitar doença cardíaca. Logo, a Associação Americana de Cardiologia (AHA) fez a primeira alerta sobre o corte de gorduras saturadas. “As pessoas devem conhecer os fatos”, Keys disse à Time. “Então se eles querem comer até morrer, deixe-os”.

O MITO DO COLESTEROL

Não devemos esquecer que sem o colesterol humanos e animais não existiriam. É tão importante que, está presente até mesmo no leite materno. Mas para deixá-los ainda mais conscientes, vamos a outro equivoco que foi cometido: “bom” e “mau” colesterol. Na verdade a diferença entre eles é a densidade. A gordura saturada eleva o LDL (o que fez os cientistas concluírem que era a causadora dos problemas no coração), mas também eleva o HDL. O que a gordura saturada faz, na verdade, é alterar as partículas LDL pequenas e densas que são causadoras de doenças no coração para partículas grandes e leves que reduzem o risco de doenças cardíacas. PASMEM! Enquanto isso, a ingestão de carboidratos parece aumentar as partículas pequenas e grudentas que tendem a estar ligadas a doença cardíaca.

Alguns autores escreveram livros sobre os mitos do colesterol, os interessados podem pesquisar por Steven Sinatra e Uffe Ravnskow.

O MAIOR EQUÍVOCO – MUDANÇAS DRÁSTICAS NA ALIMENTAÇÃO POR PESQUISAS NADA CONCLUSIVAS

Todas as pesquisas realizadas, até os anos 50, serviram de base para a maior confusão intelectual sobre a saúde do homem moderno. Existindo colesterol bom e ruim, as gorduras foram assim, divididas em: insaturadas – consideradas boas – consumidas através de vegetais e peixes. E ruins, que são as saturadas, obtidas na carne vermelha e derivados do leite, pele de frango, queijos amarelos e outros.

Em 26 de março de 1984, eis a capa da TIME outra vez incriminando a gordura e dessa vez com as autoridades realmente alertando para a redução de consumo das gorduras.

26 de março de 84

Essas pesquisas fizeram da gordura saturada a assassina da humanidade e partir daí começamos a ver no mercado frango sem pele, leite desnatado, margarina e outros alimentos com baixo teor de gordura animal. Foi quando o consumo de alimentos industrializados começou a ganhar vez e a indústria alimentícia criou biscoito, iogurte e outros alimentos sem gordura.

Porém, as pesquisas de Keys tiveram problemas desde o início, quando o mesmo escolheu divulgar apenas os dados que evidenciavam sua opinião, ou seja, deixou de fora países como a França e a Alemanha oriental pois são lugares com dietas ricas em gorduras mas os índices de doenças cardíacas eram baixos.

“Quando analisamos as informações científicas que serviram de base para aconselhar mudanças tão drásticas no estilo de alimentação, no entanto, ficamos absolutamente surpresos: elas não permitem tirar as conclusões que foram apregoadas!” diz Dr. Varella sobre nunca termos tido uma prova de que ingerir menos gordura animal diminua a probabilidade de ter ataque cardíaco. Em sua matéria sobre o assunto, ele apresenta um estudo chamado “célebre Nurse’s Health Study” que acompanhou por 20 anos 50 mil enfermeiras e afirma que dietas ricas em gorduras saturadas aumentam muito pouco o risco de doença coronariana quando comparadas com dietas ricas em carboidratos (doces, pães, macarrão, arroz, trigo, milho). Outra surpresa é de que a margarina é NADA saudável. Assim, como outros alimentos lipídicos de origem industrial. A gordura trans, ou gordura vegetal hidrogenada, é a mais conhecida e é péssima para a saúde e a mais provável gordura envolvida em doenças cardiovasculares. Gera lesão e morte celular e possuí ômega-6, principalmente em óleos vegetais (óleo de soja, milho, girassol, canola) e envolve sérios casos crônicos como doenças cardíacas, diabetes, câncer, doenças autoimunes, AVC, degeneração muscular e outras. É importante reduzir o consumo desses óleos (melhor ainda parar de consumir) e aumentar o consumo de ômega 3 (encontrado no salmão, bacalhau, castanhas, nozes, linhaça). Os óleos vegetais possuem ômega 3, mas possuem ômega-6 em maior quantidade (óleo de milho, algodão e girassol possuem apenas 1% de ômega 3 contra mais de 50% de ômega-6). Fuja deles!

Mesmo com esses estudos, não houve publicidade nos resultados finais e nem a orientação geral de rever o corte de gorduras saturadas na nossa pirâmide alimentar.

“Agora, eles dizem que há necessidade de provas de alto valor científico para derrubar as recomendações vigentes de cortar gordura na dieta, o que é irônico, porque nunca tiveram provas para estabelecê-las.” (Walter Willet, em entrevista à Science)

Nas normas dietéticas atuais: 1 grama de gordura = 9 calorias e 1 grama de carboidrato ou proteína = 4 calorias. Então, mesmo que reduzir gordura não fosse a solução para doenças cardíacas, as autoridades acharam pertinente divulgar a informação, já que reduzindo a quantidade de calorias, diminuiriam casos de obesidade, hipertensão e diabetes. Aí estava o erro deles porque não levaram em conta nossos anseios. Retirar um alimento calórico, como a carne, fez com que muitas pessoas, ingerissem alimentos menos calóricos mas em quantidades muito maiores. Afinal, você consegue se entupir de carne, mas chega uma hora que não dá mais. Bolos, pães e massas você sempre exagera. Pior, eles são absorvidos tão rapidamente que você quer mais depois de poucas horas. Enquanto a carne te deixa saciado por mais horas.

FIM DA GUERRA: INOCENTANDO A GORDURA

Em junho de 2014, a capa da times que no passado condenou a gordura, apresenta agora a capa:

time-eatbutter

Coma manteiga: cientistas rotularam a gordura de inimigos mas eles estavam errados. LEIA MATÉRIA COMPLETA AQUI.

Partes da matérias:

“Quase quatro décadas depois, os resultados chegaram: o experimento foi uma falha. Nós cortamos a gordura, mas quase por qualquer medição, os americanos estão mais doentes que nunca. A prevalência de diabetes tipo 2 aumentou 166% de 1980 a 2012. Quase 1 em cada 10 americanos adultos tem a doença, custando ao sistema de saúde 245 bilhões de dólares por ano, e estima-se em 86 milhões o número de pré-diabéticos. O foco míope na gordura aleijou a nossa dieta e contribuiu para a maior crise de saúde que o país enfrenta. É hora de por um fim à guerra.”

“(…) mais de 300 sujeitos que tentaram tanto dietas com pouca gordura, com pouco carboidrato e mediterrâneas, e mostrou que as pessoas nas dietas low-fat perderam menos peso que nas outras duas, sendo que ambas tinham altas concentrações de gordura. Tais resultados não são surpreendentes – estudo após estudo tem demonstrado que é muito difícil perder peso em uma dieta muito pobre em gorduras, possivelmente porque gordura e carne podem produzir uma sensação de saciedade que é difícil atingir com os carboidratos, tornando mais fácil simplesmente parar de comer.”

CARBOIDRATOS – seriam eles os verdadeiros vilões? 

Vamos combinar que desde que se cortou gordura saturada nosso consumo de carboidratos aumentou e nós, herdeiros de caçadores das cavernas, temos nossa vida facilitada pelo disque pizza. No mercado tudo já vem pronto, é só abrir o pacotinho ou esperar alguns minutos no microondas. O que esses novos hábitos nos trouxeram? Na história da humanidade, nunca houveram tantos casos de obesidade, causando assim doenças como diabetes do tipo 2 , hipertensão e infartos do miocárdio.

Dr. José Carlos Peixoto, afirma que o consumo de carboidratos está relacionado com problemas hormonais, metabólicos, inflamatórios e pode duplicar o risco de doenças cardíacas. Reduzir seu consumo diminui casos inflamatórios em diabéticos. A síndrome metabólica também está associada com o consumo elevado de carboidratos e ela se caracteriza por um quadro abrangente relacionando uma série de doenças como: esteatose ou fígado gorduroso, hipertensão, diabetes do tipo 2, doenças cardíacas, síndrome do ovário policístico, demência, câncer, fígado gorduroso não alcoólico e outras.

O consumo dos carboidratos faz com que as células fiquem menos resistentes à insulina. Esses alimentos produzem no cérebro uma reação viciante igual a das drogas, ativando os mesmos neurotransmissores do prazer. Logo, seu consumo se torna viciante, não apenas por isso mas o processo de ingestão de um carboidrato aumenta a glicose no corpo, que libera insulina para estabilizar essas taxas elevadas de glicose e assim que elas se equilibram, você volta a sentir fome. Vai esperar algumas horas pra comer ou obedecer o seu corpo? Se obedecer, vai querer comer mais carboidratos gerando um ciclo vicioso e acumulando gordura. Se você começar a atender demais os caprichos do seu corpo, suas células ficarão resistentes à insulina, levando a pesos inimagináveis e doenças.

Se vocês acompanham notícias recentes e passam na frente de bancas de revistas, devem ter notado estampado na capa delas noticias como: glúten, o verdadeiro vilão:

capas

Glúten, na verdade, nem é um carboidrato, mas nós ingerimos ele em quase todos os carboidratos que consumimos. Massas, pães, bolos e até alimentos que nem precisam do dito cujo. Em 1954 já se relatavam histórias de controle de quadros de esquizofrenia eliminando o glúten.

O glúten é formado por duas principais proteínas: a glutenina e gliadina, essa segunda sendo a parte ruim do glúten porque no momento em que entra em contato com o intestino reage com a zunolina, a proteína que controla a permeabilidade intestinal. Ou seja, controla quais nutrientes vão entrar na corrente sanguínea ou não. Aí começam as complicações, porque quando elas entram em contato a gliadina inativa a capacidade de controle de permeabilidade da zunolina, dessa maneira qualquer nutriente, bom ou anti-nutriente, pode entrar na corrente sanguínea e causar doenças inflamatórias crônicas como rinite, artrite, dermatite e outras.

Não vou me estender nesse fator porque há assunto suficiente para diversos novos posts sobre isso.

A pior parte de consumir carboidratos  é através de produtos industrializados. Não sejamos ingênuos de comprar pães integrais, cookies integrais, biscoitos 0% gordura. São alimentos que dão dinheiro pra indústria, mas não fornecem saúde pra você, pare de se enganar. Falarei mais sobre industrializados e as substâncias perigosas que eles carregam em outros posts.

ALIMENTAÇÃO LCHF (LOW CARB HIGH FAT – menos carboidratos, mais gorduras)

Os médicos mais informados e preocupados com seus pacientes estão estimulando a volta ao consumo das gorduras saturadas como banha de porco, manteiga, carne vermelha e queijos. Elas foram finalmente inocentadas.

Os motivos? A taxa de redução de insulina promove a diminuição da reserva de gordura e também sua redução e traz outras vantagens como equilíbrio hormonal. Com as taxas de insulina reduzidas, controla-se melhor a síndrome do ovário policístico. Acne também é controlada. Em tratamentos médicos faz-se o uso de pílulas para reduzir os andrôgenos, causadores da acne através de pílulas que elevam o SHBG, pois ele prende andrôgenos levando a redução da acne. Sabendo que o SHBG tem relação com a insulina e a insulina com carboidratos, a diminuição faz as espinhas desaparecerem e disso eu posso falar: Eu estava preocupada porque mesmo com o anticoncepcional + alimentação supostamente saudável (incluía carbos integrais e grãos) minha pele estava péssima. Depois da LCHF, minha pele melhorou muito e melhora a cada dia, assim como os outros benefícios que tenho sentido.

Outros transtornos da insulina são a redução de fertilidade e menstruação desregulada, obesidade e hipertensão.

Aí você pergunta como vai deixar de consumir grãos e cereais se são importantes pra flora intestinal? Hm. Não são, minha gente. Já vimos que a gliadina do glúten afeta na permeabilidade e o consumo de carboidratos afeta de forma dramática a composição da flora intestinal levando a mesma a ter inflamações e ações negativas na fomentação da flora bacteriana.

Não vou estender esse tópico porque existem muitos aspectos para abordar no mesmo e estarei fazendo isso em outros posts.

PALEOLÍTICA, POR QUÊ?

Idade da pedra lascada e dos homens das cavernas onde nossos ancestrais precisavam viver daquilo que a natureza e caça os proporcionava. Logo, só comiam COMIDA DE VERDADE, que é o “lema” da alimentação paleo. Consumir alimentos de origem animal e aquilo que a natureza nos fornece. Digo que faço “dieta paleolítica” apenas para rotular mas ainda assim não gosto. Acredito que essa seja a forma mais saudável e coerente de se seguir uma alimentação, logo, não deveria ter um nome, deveria apenas ser “a dieta para salvar vidas”.

Aí vocês me perguntam: “mas milho, trigo, soja e tantos carboidratos vêem da natureza”. Ok, mas eles são do neolítico, da idade da pedra polida, quando a agricultura foi implantada. Brincadeiras à parte, não é porque só temos que comer o que tinha na era paleolítica, mas sim porque os médicos e pesquisadores acreditam que esses alimentos sofreram tantas modificações com o tempo que já não são mais saudáveis para nosso consumo. E estamos evolutivamente adaptados a comer gorduras, afinal, foram infinitos anos com a bendita em nosso cardápio contra apenas 40 anos de alto consumo de carboidratos.

“Ah, mas eu nasci comendo carboidratos e cortando gorduras, já estou adaptada”. Então me conte quem é o culpado das suas alergias, dores de cabeça, doenças inflamatórias e afins. E também conta pros tigres que gordura faz mal e diz que eles devem se adaptar a comer trigo e soja. O instinto evolutivo não vai torná-los capazes de assimilar essa informação nem mesmo se pudessem nos entender e eles morreriam. Não de fome, mas por doenças.

Burros somos nós, consumimos venenos viciantes que nos fazem ir todos os dias ao mercado para alimentar nossos vícios, de quebra ainda geramos alguns milhões para a indústria farmacêutica com remédios pela indisposição, doenças inflamatórias e enxaquecas.

No próximo post vou contar do que consiste a paleo ou LCHF!

Quem leu até aqui eu já amo e admiro pela curiosidade e preocupação com a saúde e falsas informações. Se você tiver uma dúvida, por favor, comente aqui em baixo porque podemos discutir e pegar opiniões de outras pessoas.

REFERÊNCIAS:

DAVIS, William. Barriga de Trigo: livre-se dos quilos a mais e descubra seu caminho de volta para a saúde. Editora WMF Martins Fontes, 2013.

PERLMUTTER, David. A Dieta da mente: A surpreendente verdade sobre o glúten e carboidratos – os assassinos silenciosos do seu cérebro. São Paulo: Paralela, 2014.

Sites confiáveis para pesquisas: blog do Dr. Souto, pioneiro da Paleo no Brasil: http://lowcarb-paleo.blogspot.com.br/

Dr. José Carlos Brasil Peixoto: http://www.lipidofobia.blogspot.com.br/

 

  • Flavia

    Já tinha ouvido falar da paleolítica, mas nunca tinha lido os argumentos dela. Confesso que tenho lido tanta coisa sobre alimentação que já não sei mais em que acreditar. Fico muito com o pé atrás em “aumentar gordura”, ainda que saiba dos benefícios da “boa gordura”. Tenho um histórico de colesterol alto (fatores genéticos) e sempre ouvi que comida gordurosa ia me fazer mal (todo mundo ouviu, né?). De qualquer forma, gostei muito do post e com certeza quero ler mais sobre o assunto!

    • http://www.laurellie.com.br Laurellie

      Então, Flavia, eu também sempre ouvi falarem que a gordura aumenta o colesterol, mas escrevi sobre aumentar o colesterol bom, lembra? E alguns estudos indicam que o aumento do colesterol ruim está ligado ao consumo de carboidratos! Eu também fico assustada com tudo que leio sobre alimentação, mas na paleo eu consigo acreditar por estar vivendo os benefícios e por ver tantos médicos falando sobre ela e artigos científicos! Vou postar cada vez mais aqui no blog sobre ela! Espero ajudar nessa sua confusão alimentar que eu também já tive! hehehe! Beijos lindona!

  • Fernanda

    Nossa!! Estou impactada com essas informações!! Tenho muito interesse em saber mais sobre o assunto e tbm aprender a me alimentar corretamente, assim como vc! Parabéns pela iniciativa!! Está me ajudando muito, mas quero e preciso saber maisss!!! Bjinhos!!!

    • http://www.laurellie.com.br Laurellie

      Oi Fernanda! Eu fiz esse post e fiquei uns dias sem postar, né? Mas essa semana vou falar todos os dias sobre a paleo aqui no blog! Fica ligada! Beijão!

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